PALAVRA_DO PRESIDENTE

Um setor que transforma histórias e constrói o futuro

Celebrar a trajetória dos shopping centers é reconhecer a capacidade de um setor que, ao longo das décadas, soube acompanhar as transformações da sociedade, reinventar modelos de negócio e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento das cidades e para a vida das pessoas.

GLAUCO HUMAI
PRESIDENTE DA ABRASCE

INOVAÇÃO_

O que muda quando as marcas nativas digitais chegam às lojas físicas?

Da experimentação ao relacionamento, Creamy, Westwing e Zissou revelam o que está por trás dessa estratégia

O digital está na origem, mas não precisa ser o único lugar onde uma DNVB (Digitally Native Vertical Brand) está. O termo, criado em 2016 por Andy Dunn, fundador da Bonobos, marca americana de moda masculina que combinava vendas on-line com showroom, mostra que o próprio conceito já nasceu sem essa separação entre canais.

Ao longo da última década, as nativas digitais passaram a explorar diferentes formatos de presença no varejo, entre lojas, quiosques e até flagships, o que trouxe novas possibilidades à experiência, da experimentação dos produtos ao relacionamento com o público.

CAPA_

Wellness e seu leque de oportunidades

Wellness não cabe mais apenas em uma aula de academia, uma sessão de spa ou uma refeição saudável. Pode estar em uma caminhada, em uma noite bem dormida, em uma consulta para cuidar da saúde, em um momento de desconexão, em um encontro com amigos ou até na escolha de um lugar mais agradável para passar algumas horas. Ele cresceu e expandiu seu significado.

Para Cris Duarte, especialista de marca e founder da NoPonto Marcas, a transformação acontece tanto no Brasil quanto em outros mercados e acompanha mudanças de comportamento que já estão incorporadas à vida das pessoas. “O wellness começou associado principalmente à dimensão física, com exercício e alimentação, passou pela meditação e por uma abordagem mais holística, ganhou força na busca por estética e autoestima e, mais recentemente, incorporou novas discussões sobre saúde, prevenção, longevidade e conexão social.”

ESPECIAL 50 ANOS_

Shopping da Bahia e Ibirapuera Shopping têm a história como aliada

Duas trajetórias que se cruzam com a evolução do varejo e das cidades

Quando abriram as portas, o Shopping da Bahia e o Ibirapuera Shopping encontraram capitais, consumidores e um varejo muito diferentes dos dias de hoje. Ambos passaram por transformações urbanas, novas formas de consumo, mudanças no mix, investimentos e relações que atravessaram gerações. Ao olhar para trás, é possível resgatar momentos marcantes e, ao mesmo tempo, entender como eles se reinventaram para chegar aos 50 anos prontos para o futuro.

O comércio de rua ainda era a principal forma de consumo nos municípios brasileiros quando Salvador recebeu, em 5 de dezembro de 1975, o então Shopping Iguatemi, que logo se tornou parte da vida da cidade. O empreendimento passou a se chamar Shopping da Bahia em 2015. Ricardo Visco, diretor regional da ALLOS, relembra que o varejo ainda estava fortemente concentrado na Avenida Sete e no bairro Comércio e o ativo trouxe um conceito até então inovador, reunindo lojas, serviços, lazer e estacionamento em um ambiente planejado e climatizado. E isso tem significado especial para a ALLOS. “Foi ali que começou uma trajetória empresarial com as bases de operação e de experiência ao consumidor que, décadas depois, ajudariam a formar e a inspirar a companhia de hoje.” Na abertura, eram 27.489 m² de ABL e 280 lojas.

varejista_

C&A: o tempo como provador

Uma trajetória de meio século ajuda a explicar as escolhas de hoje e os novos caminhos da companhia

Há marcas que atravessam décadas e, há aquelas que, ao fazer isso, passam a fazer parte da vida das pessoas. Completar 50 anos no varejo brasileiro significa mais do que celebrar a longevidade: é reconhecer os vínculos construídos com diferentes gerações ao longo de uma história feita de mudanças, escolhas e evolução no jeito de consumir.  A C&A chega a esse aniversário com o pioneirismo como parte de sua identidade. 

Iniciou sua história no Brasil trazendo o modelo de autosserviço à moda e dando aos consumidores a liberdade de escolher as próprias roupas sem a intermediação de um vendedor. “Completar meio século de atuação no Brasil é motivo de profundo orgulho para todos nós”, afirma João Souza, VP Comercial da C&A.

EMPREENDEDOR_

JHSF faz da curadoria uma estratégia

Com olhar apurado para o cliente, companhia combina marcas, gastronomia, serviços e experiências que dão identidade aos seus shoppings

Há marcas que atravessam décadas e, há aquelas que, ao fazer isso, passam a fazer parte da vida das pessoas. Completar 50 anos no varejo brasileiroa

Com atuação em diferentes segmentos, a JHSF possui um ecossistema voltado ao público de alta renda que reúne shopping centers, fashion retail, hospitalidade, gastronomia, aeroporto executivo, curadoria marítima, desenvolvimento imobiliário, locação residencial, clubs e gestão de ativos.

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