MAI/JUN 2020
Edição 229 – Ano 33

"O setor de Shopping Centers já passou por diversas crises e sempre mostrou a sua resiliência. Tenho certeza que, agora, não vai ser diferente"

GLAUCO HUMAI
PRESIDENTE

DESTAQUES_DO SETOR

GESTÃO_E OPERAÇÃO

A LIMPEZA DOS SHOPPINGS PASSA
A TER PROTOCOLOS AINDA MAIS RÍGIDOS APÓS COVID-19

Com a crise sanitária, a alta qualidade dos serviços de facilities ganha relevância no combate ao novo coronavírus

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Em áreas de alto fluxo de pessoas, os serviços de limpeza e manutenção precisam ser realizados com uma frequência maior e cuidado redobrado. Nesse aspecto, os shoppings sempre foram modelos para a sociedade por estarem sempre muito limpos e organizados. Com a pandemia da Covid-19, esse aspecto exige uma atenção extra e minuciosa das equipes de facilities.

"O diálogo com lojistas, fornecedores e colaboradores também tem sido frequente e de suma importância, principalmente neste momento. Todos os elos da cadeia precisam estar unidos em busca de ações para a sobrevivência de empresas e a manutenção de empregos."

Renata Dutra
Diretora Comercial
da Vivante

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CAPA_A HORA DA REABERTURA

UM NOVO

COMEÇO

Rígidos protocolos por todo o país preservam a saúde e garantem a segurança do consumidor

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reabertura gradual e responsável

O setor de shopping centers foi 100% impactado com da pandemia da Covid-19, que teve início em março no Brasil. Todos os 577 shoppings do país tiveram suas operações afetadas pela crise sanitária. Com o passar das semanas e os diferentes índices de contágio pelo país, decretos do poder público foram sendo determinados para a reabertura do comércio.

O QUE MUDOU?

Assim como as pessoas tiveram que adquirir novos hábitos desde a chegada da doença ao país, também precisaram se habituar a um novo comportamento na saída da quarentena. Nos shopping centers, o distanciamento social também é necessário.

"Diante dos resultados, criamos o programa Juntos pelo Varejo, um conjunto de iniciativas para apoiar os nossos lojistas. As inciativas incluem uma política comercial agressiva, intermediação para soluções financeiras e consultoria especializada"

Charles Krell
vice-presidente de operações da Iguatemi Empresas de Shopping Centers

DEFESA_DO SETOR

ATUAÇÃO DA
ABRASCE NA DEFESA
DO SETOR DURANTE
A PANDEMIA

O contato incessante com o poder público e a criação de um criterioso protocolo de reabertura têm sido fundamentais para a retomada

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Desde a chegada da Covid-19 ao Brasil, o diálogo da Abrasce com o poder público foi bastante intensificado. O intuito das conversas é apresentar aos governantes os impactos sofridos pelo setor de shopping centers e as medidas necessárias para auxiliar toda a cadeia, que envolve 577 shoppings, 105 mil lojas e mais de 3 milhões de empregos diretos e indiretos.

Com distintos posicionamentos de dirigentes públicos no decorrer da crise, a Associação sempre defendeu que as decisões precisam estar coordenadas no âmbito federal, estadual e municipal para, dessa forma, evitar diferentes entendimentos, o que poderia comprometer ainda mais os processos. Além disso, há a preocupação com a crise financeira ocasionada pelo novo coronavírus, que teve impacto em toda a cadeia, desde os grupos de shoppings até os pequenos e médios lojistas.

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EMPREENDEDOR_

A RETOMADA DA
ALMEIDA JUNIOR EM
SANTA CATARINA

O CEO Jaimes Almeida Junior relata como tem enfrentado a crise ocasionada pelo novo coronavírus depois da reabertura de todos os empreendimentos do grupo

Desde março deste ano, o Brasil vem enfrentando a pandemia do coronavírus e os 577 shoppings do país foram fechados por meio de decretos estaduais e municipais. Atualmente, o setor retoma paulatinamente suas atividades, de acordo com as determinações dos governos locais.

Neste cenário, Santa Catarina foi um dos primeiros estados retomar as atividades de forma gradual. Os shoppings puderam ser reabertos em 22 de abril, seguindo os regramentos das portarias decretadas pelo governo estadual e autoridades da saúde. Entre elas, estão o horário reduzido, o distanciamento social de 1,5 m, uso de máscaras, respeito ao limite de 50% da capacidade máxima, entre outras

"Com certeza. Foi realmente um choque diante da impotência de um dia para o outro ver todos os shoppings fechados com mais de 2 mil lojas sem a previsão de abertura e com todas as responsabilidades da nossa atividade."

Jaimes Almeida Junior,
CEO da Companhia

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INOVAÇÃO

EMPATIA DO SETOR VAREJISTA

As ações solidárias que têm feito a diferença desde o início da pandemia

Em uma das crises mais difíceis da história, a palavra empatia ganhou força em todo o Planeta. Talvez, nunca se tenha visto tanta união entre diferentes povos com o único objetivo: de proteger a vida contra algo que não era esperado pela humanidade. E o setor varejista também faz parte dessa tendência, praticando a empatia solidária.

Essa atuação social faz, ainda, com que essas marcas sejam mais lembradas pelos brasileiros. O Magazine Luiza é uma das empresas que aparecem nos rankings destas pesquisas durante esse período. Logo no início da transmissão comunitária, as famílias Trajano e Garcia, controladoras do Magazine Luiza, doaram R$ 10 milhões de seus patrimônios pessoais. Os recursos foram gastos em equipamentos como respiradores, leitos, colchões e travesseiros para hospitais públicos e filantrópicos. A atitude ganhou repercussão nacional. Além disso, a companhia adotou uma série de medidas para a manutenção do emprego, apoio aos pequenos fornecedores e suporte aos colaboradores mais vulneráveis.

Outra medida foi o lançamento de uma plataforma de vendas on-line voltada ao micro e pequeno varejista e aos autônomos. Em questão de dias, o ecossistema Magalu cadastrou mais de 10 mil varejistas e 100 mil pessoas físicas.

A empresa tem o objetivo de estender essa parceria no pós-pandemia.

A Fundação CasasBahia, braço social da Via Varejo, tem contado com os parceiros para ajudar no combate à Covid-19. Até o momento, são mais de R$ 5 milhões investidos em diversas ações. Doou R$ 1 milhão para o Fundo Emergencial Mulher Empreendedora (F.E.M.E) para 2 mil mulheres empreendedoras de comunidades do Rio de Janeiro e São Paulo e apoio ao Fundo Periferia Empreendedora para concessão de crédito.

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